Na surdina



Éder Moraes e José Riva que se cuidem. Existe, dentro da Agecopa, três diretores trabalhando em silêncio para a escolha do BRT em Cuiabá. A estratégia dos tais é vencer na mão grande, com o argumento de que tecnicamente seria o modelo mais viável, já que na questão política e de comunicação, este modelo já estaria enterrado.

A coluna já identificou o trio, que é oriundos de um mesmo agrupamento político de uma determinada gestão um uma certa prefeitura.

Um jornalista que não faz parte do quadro funcional da agência foi encarregado de fazer o meio de campo com a imprensa afim de amenizar o impacto na hora do anúncio, convencendo editores e interlocutores que o ônibus trambolhão é a melhor alternativa para Cuiabá.

Conhecedores do riscado político, o trio se reveza em 'esquentar a orelha' do presidente da Agência com preocupações fortuitas afim de desviar-lhe a atenção e fazerem as manobras internas necessárias para que o VLT seja deletado.

Um desses diretores tem dito a interlocutores interessados no assunto que a escolha se dará dentro da agência com base no voto dos diretores, após a análise dos projetos, embora o sistema de decisão seja presidencialista.

O governador Silval Barbosa, neste caso, somente homologaria a decisão, sem ficar com nenhum ônus da escolha.

A culpa de tudo, segundo se arquiteta numa das salas da agência, recairia completamente sobre os ombros do presidente da Agência, eximindo os diretores que estariam, na verdade, cumprindo uma espécie de compromisso empresarial.

Se é que me entendem!
Por José Marcondes (Muvuca) editor do MegaDebate

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